sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Para onde vai nosso LIXO?
Vamos pensar um pouco: você, caro leitor, que tem uma consciência ambiental e se preocupa com os rumos que nossa cidade e nosso mundo estão tomando, separa o lixo que gera em sua casa.
Você compra sacos de lixo de diversas cores para identificar cada tipo de material ali jogado. Tem um enorme trabalho para separá-lo, muitas vezes com a família inteira, além de se preocupar com racionalização do uso da água e energia elétrica.
Pois bem, agora eu te aviso que esse seu árduo trabalho praticamente não serve pra nada. Calma, não se ofenda a culpa não é minha e muito menos sua. Aliás temos culpa indireta nisso tudo. Quem tem culpa direta são nossos governantes incompetentes que não tem capacidade de criar uma coleta seletiva de lixo na maior cidade do país e em muitas outras desse enorme país da detonada Amazônia e desfacelada Mata Atlântica.
A cidade de São Paulo ficou no medíocre centésimo lugar numa avaliação estadual de responsabilidade ambiental. A campeã foi a pequena Santa Fé do Sul no interior do estado.
Temos que fazer nossa parte e separar em casa, mas de nada adianta se não tivermos planos gerenciais em nossas prefeituras, governos estaduais e federal.
Devemos cobrar a implantação dos 3 Rs: Reutilizar, Reduzir e Reciclar. Além da questão ambiental e de saúde, reciclar detritos é uma atividade lucrativa para os cofres públicos.
Precisamos de mudanças, só a capital paulista produz 15 mil toneladas de lixo por dia. É muito lixo e dinheiro gasto em aterros. Aterros que já estão na sua capacidade máxima.
Respondendo a pergunta lá de cima, o nosso lixo vai todo para os sacos pretos das prefeituras e se continuarmos com esse descaso e não cobrarmos nossos representantes o LIXO vai acabar indo, ou melhor voltando para nossas ruas, rios, praças e etc etc etc.
Síndrome de vira- lata
Que temos diversos problemas sociais, políticos, econômicos e etc etc etc... isso já não é novidade pra mais ninguém. Acontece que toda essa situação se amplifica ainda mais com uma síndrome, quase uma doença, que nos contagia cada dia e cada vez mais: esse complexo de vira- lata, complexo de inferioridade.
Podemos criar grandes tecnologias, como o etanol, e ter grandes multinacionais, Petrobras e Votorantim por exemplo, mas, sempre o que virá e vem de fora será melhor que o que temos aqui. Temos o orgulho ferido, até no futebol ultimamente, e uma certa aversão aos incontáveis problemas que o país sempre apresenta e que parecem piorar cada vez mais.
Acontece que com uma sociedade cada vez mais enfraquecida,teremos maior dificuldade para lutar por melhorias junto aos nossos representantes no governo.
Quem mora em São Paulo com certeza conhece a região dos Jardins. Pois bem, ali temos o bairro do Jardim Europa, um dos bairros mais ricos, bonitos e elitizados da capital paulista frequentado por artistas e altos executivos. Do outro lado da cidade, divisa com a cidade de Guarulhos, temos o pobre Jardim BRASIL na periferia. Não frequentado pela alta sociedade, muito pelo contrário, uns dos bairros mais pobres e uma das piores infra-estruturas, não é desejado por moradores nem empresas. Logo quem mora na Europa é "melhor" que o pobre camarada que reside no problemático BRASIL.
Essa comparação acaba se tornando inevitávell e mostra que essa nossa DOENÇA já foi diagnosticada e está presente em nosso dia-a-dia, mais do que imaginamos...
sábado, 22 de novembro de 2008
Cidade pré e pós

A cidade de São Paulo conhecida como cidade que nunca dorme nem para, vive neste feriado estendido da consciência negra (20), uma aura de tranquilidade sem a lentidão infindável muito menos as poluições sonora e do ar. Este fato explica-se pelo êxodo da população paulista de classe média que foge para o litoral com seus carros levando o congestionamento para estradas...
O que deveríamos tomar consciência é que o uso do automóvel em larga escala é ineficiente quando utilizado para um mesmo fim no mesmo instante para o transporte em massa, o carro, é de um modo ou de outro a representação do egoísmo, do não coletivismo, da falta de consciência ambiental e social numa metrópole como São Paulo que não comporta este tipo de transporte.
A cidade de São Paulo é recordista mundial no número de automóveis circulando pelas ruas, são cerca de 500 novos emplacamentos diários e o número absoluto de veículos já alcança a marca de 4 milhões.
Devemos tomar a consciência que a qualidade de vida minha, sua e do vizinho depende diretamente de um trânsito fluente, que evite acidentes, que diminua a poluição sonora e do ar.
Desta forma concluo que o transporte coletivo de qualidade é a melhor opção para nossa metrópole, mas são necessários investimentos para que se encontre a solução para este problema diário, cuja proporção não é perceptível neste dia tranquilo de feriado.
De sua opinião!
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Bem-Vindo ao Blog do Brasiliano!
Bem-vindos ao Blog do Brasiliano
Aqui você encontrará uma análise crítica sobre o atual panorama político do país e alguns flagrantes de nossa sociedade brasiliana!
Por favor deixem seu comentários e opiniões sobre os variados temas que aqui trataremos
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